VRP – Virtual Role Playing

A proposta desse projeto é criar um ambiente de interação utilizando e modificando três tecnologias já existentes, duas delas foram descritas nas postagens anteriores. 

A primeira e fundamental para o projeto, é a mesa digital SurfaceScape que permite interação com objetos que estejam alocados em sua superfície. Com essa mesa podemos simular as mecânicas do D&D, dentro de um ambiente 2D manipulável.

https://youtu.be/vXsFNPO_gUM

A segunda tecnologia são óculos de realidade aumentada, que em conjunto com o SurfaceScape cria a possibilidade de um jogo mais interessante. A combinação dessas duas tecnologias foge da mesmice de jogos 2D, trazendo uma experiência muito mais interessante e imersiva aos jogadores. 

E a terceira e última, é a tecnologia das luvas Forte Gloves (que foi meu tema de G1). Eu decidi integrar essa tecnologia no projeto, devido a capacidade de manipulação que ela possibilita ao usuário.

Juntando estas luvas às duas tecnologias anteriores, pode-se criar uma experiência muito mais fantástica, pois mistura o ambiente criado com o SurfaceScape, a RA dos óculos e a interação que às luvas fornecem.

O jogadores poderão visualizar em realidade aumentada, os mapas, ambientes, dungeons, castelos, personagens, efeitos visuais, itens etc, e com as luvas,  manipular cada um destes elementos. 

Os usuários podem mover seus personagens, interagir com o cenário e com outros NPC’s, fazer rolagens de dados, gerenciar seus itens, magias e status, e tudo isso, apenas fazendo simples movimentos com as mãos.

Desenvolvimento G2 – Parte 2

Óculos Realidade Aumentada + SurfaceScapes

Nesta parte do desenvolvimento vai ser voltado aos óculos de realidade aumentada, já que a postagem anterior foi focada na tecnologia do SurfaceScapes.

Várias empresas como Google, Microsoft, Apple e a canadense North estão trabalhando no desenvolvimento de óculos de realidade aumentada, realidade virtual ou nos dois ao mesmo tempo (realidade mista).

Esta tecnologia foi reformulada, permitindo melhor capacidade de interação com as imagens que são projetadas nos óculos e dando maior conforto aos usuários enquanto utilizam os óculos.

A meta é permitir que as pessoas tenham maior campo de visão enquanto estão utilizando os óculos, já que às versões anteriores deixavam a desejar quanto à aparência. Este é um dos motivos desta tecnologia não ter feito tanto sucesso entre os usuários, afinal, elas não eram nada discretas e limitavam demais a visão.

A North está trabalhando nos Focal Ar, óculos bastante discretos que tem aparência de óculos comuns. Os mesmos também podem ser encomendados por pessoas que necessitam de óculos de grau.

Meu objetivo é juntar a tecnologia dos óculos de RA com a tecnologia do SurfaceScapes para gerar uma interação completamente nova na hora de jogar RPG. Utilizar os óculos enquanto joga e visualizar o game em RA ao invés de gráficos 2D chatos, criaria uma imersão quase total para os jogadores e mestre.

Conheça o Óculos de Realidade Aumentada da Microsoft

https://canaltech.com.br/gadgets/oculos-de-realidade-aumentada-da-north-se-parecem-com-oculos-comuns-125520/
https://mundoconectado.com.br/noticias/v/8410/microsoft-apresenta-oficialmente-hololens-2-oculos-de-realidade-mista-e-azure-kinect
https://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/hololens.html
https://canaltech.com.br/acessorios/google-lanca-uma-nova-versao-corporativa-de-seus-oculos-google-glass-139615/

Desenvolvimento G2

SurfaceScapes (D&D + Mixrosoft Surface)

Minha ideia inicial é criar/trabalhar com alguma plataforma de interação para jogos, semelhante ao D&D para Microsoft Surface. Que é um sistema criado para unir o clássico RPG interpretativo de mesa e o melhor da tecnologia.

https://beta.techcrunch.com/wp-content/uploads/2010/02/ddsurface7.jpg?_ga=2.99301533.2051264523.1561412737-1078888499.1561412737

Dungeon and Dragons é um RPG de de interpretação, que tem como temática, fantasia medieval. Durante uma sessão de D&D, os jogadores controlam personagens e executam rolagens de dados para definir o resultado de suas ações.

Apesar do D&D poder ser jogado sem utilizar miniaturas e um grid de combate, o ideal é fazer uso deles, para ter uma visão estratégica de combate e uma maior sensação de imersão no game.

Microsoft SurfaceScapes é um tipo de mesa interativa, que pode reconhecer objetos físicos que estejam em contato com sua superfície. Sua tela possui tecnologia touchscreen multitoque, permitindo ao usuário interagir apenas com o toque, sendo dispensável o uso de mouse e teclado. O Surface também pode reconhecer outros aparelhos que estejam sobre sua superfície, e também trabalha conectado a um laptop ou computador.

O projeto permite usar as miniaturas de D&D que são reconhecidas na superfície do SurfaceScapes. Então, ele disponibiliza as possíveis ações a serem tomadas pelos jogadores. Ações como andar pelo grid, atacar, conjurar uma magia e acessar o inventário, além de ações de mecânica de jogo e do mapa, como regras do game, regras de combate, zoom etc.

Além disso, o SurfaceScapes tem um rolador de dados virtual, que calcula automaticamente às rolagens de ataque e dano, ajuda no gerenciamento de pontos de vida dos personagens e possui batalhas com criaturas animadas que também  se movimentam pelo mapa.

O mestre do jogo (DM) pode gerenciar, visualizar e mostrar (ou esconder) tudo isso aos jogadores. Com um PC conectado ao Surface, ele controla todas as funções e personagens não jogáveis (NPC’s) para que o jogo tenha andamento.

O projeto foi criado por uma equipe de estudantes de designers do Centro de Tecnologia de Entretenimento da Universidade de Carnegie Mellon. E as últimas notícias que eu encontrei (2010), é de que a equipe da Carnegie Mellon estava trabalhando com a Wizards of the Coast (produtores do D&D) para tentar comercializar este produto.

Bibliografia e referências

https://www.wired.com/2009/10/d-and-d-microsoft-surface/
https://brasilescola.uol.com.br/informatica/microsoft-surface.htm
https://techcrunch.com/2010/02/10/hands-on-dd-on-the-microsoft-surface/
https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/guarde-seu-d-20-eu-tenho-dd-para-surface/

Forte Gloves – BeBop Sensor’s Wireless Data Glove

G1

As Forte Gloves funcionam como “mãos digitais” na realidade virtual, permitindo o usuário “segurar” e manipular objetos digitais como se eles existissem na vida real.

A realidade virtual tem o potencial de mudar a forma de que várias tarefas são feitas hoje em dia, por isso, estas luvas estão sendo testadas em uma grande variedade de aplicações, como na indústria, na área médica, no design, em realidade virtual e jogos.

Estas luvas não são como as outras que estão no mercado, que são designadas apenas para vídeo games. Por exemplo, arquitetos podem usá-las para construir modelos de construções em realidade virtual, o que permite melhor visualização de como elas ficarão quando forem construídas na de verdade.

As luvas possuem sensores táteis, super sensíveis e precisos, nas pontas dos dedos. Não há lag em sua velocidade de resposta aos movimentos, por exemplo, quando você puxa um gatilho em algum jogo, o tempo de resposta na tela se equipara ao movimento real.  

A empresa incorporou atuadores hápticos dentro das luvas, então, o usuário não apenas vê suas mãos e dedos, mas também, tem a sensação de estar tocando alguma coisa no ambiente de realidade virtual. As luvas podem emitir centenas de sinais e formas de onda mimetizando sensações como dobrar, torcer, apertar e esticar.

Especificações:

  • Conexão wireless, bluetooth e USB;
  • Bateria com duração de 15 horas;
  • Recarga via porta USB;
  • Velocidade de resposta de 6 milisegundos;
  • Frame rate de 130hz;
  • 6 atuadores hápticos;
  • Tamanho único, que se encaixa em qualquer mão.

Os sensores e partes eletrônicas são flexíveis e alongam o tamanho dos dedos até uma parte da palma da mão, assim podem detectar os movimentos, giros, força etc.

Sugestão de Modificação

Minha sugestão inicial era trazer as funcionalidades da luva da realidade virtual para o mundo real, implantando sistemas de automatização em objetos da casa para que eles sejam ativados pelos gestos da luva. A modificação consiste em definir movimentos específicos da luva que permitam determinadas interações com objetos, sistemas de segurança, eletrodomésticos, carros etc. Por exemplo, usar um certo gesto para abrir a porta da geladeira, um movimento com as mãos para apagar a luz, mexer os dedos para mudar o canal da TV ou destrancar a porta do carro.

A princípio eu havia pensado no exemplo de abrir a torneira de um banheiro público, e ter que encostar as mãos na torneira (isso sempre me incomodou). Porém, não faz sentido para abrir a torneira para lavar as mãos usando as luvas, então a minha sugestão foi um pouco além de apenas usar as luvas. Fazer um implante subcutâneo com os sensores das luvas, assim, não seria mais necessário utilizar as luvas para ativar a interação dos sensores.

Bibliografia e referências

http://www.bebopsensors.com
http://time.com/collection/best-inventions-2018/5454437/bebop-sensors-forte-wireless-gloves/
https://www.printedelectronicsnow.com/contents/view_online-exclusives/2018-12-12/bebop-sensors-forte-wireless-data-gloves-add-haptics-and-more-to-vr/46372
https://www.sensorsmag.com/components/wireless-sensor-glove-one-2018-s-best-inventions


Desenvolvimento G1

Trabalho 4

Forte Gloves – BeBop Sensor’s Wireless Data Glove

São luvas que funcionam como uma “mão digital” dentro da realidade virtual, permitindo ao usuário “segurar” e manipular objetos digitais como se eles existissem na vida real. Estas luvas que podem ser utilizadas em uma grande variedade de aplicações, como na indústria, na área médica, no design, em realidade virtual e com jogos.

https://timedotcom.files.wordpress.com/2018/11/bebop-wireless-glove-best-inventions-2018-47.jpg?w=720&quality=85

As Forte Gloves não são como as outras luvas que estão no mercado, designadas apenas para vídeo games. Com estas luvas, arquitetos podem usá-las para construir modelos de construções em realidade virtual, o que permite uma melhor visualização de como elas ficarão quando forem construídas na de verdade.

Camp Stove Biolite – O fogareiro portátil que permite carregar seu celular enquanto cozinha

CampStove é fogareiro portátil utilizado para cozinhar e também funciona como um pequeno aquecedor, mas que também tem a função de recarregar celular e outros equipamentos. A empresa Biolite desenvolveu um meio de usar o calor do fogo através de um gerador termoelétrico, para gerar eletricidade, que vai direto para a porta USB e a energia sobressalente é armazenada no aparelho.

http://survival-mastery.com/wp-content/uploads/2015/07/Biolite-Campstove-Review-1-810×552.jpg

O CampStove gera 3 watts, que permite recarregar celulares, tablets, câmeras ou até mesmo acoplar uma lanterna (FlexLight, que vem junto com o aparelho), ao mesmo tempo que você cozinha ou se aquece.

Pocketalk – tradutor instantâneo

O dispositivo possibilita a conversação entre pessoas em qualquer idioma, em tempo real. O Pocketalk tem a capacidade de traduzir até 74 idiomas instantaneamente. Basta selecionar os dois idiomas que se deseja estabelecer a conversa e, em seguida, falar em voz alta a frase desejada, que o aparelho traduz e repete a frase no idioma selecionado. O aparelho funciona com rede wi-fi, dados móveis ou conectado a rede móvel do smartphone, e também, conta com um microfone que possui cancelamento de ruídos. O dispositivo é fabricado pela marca japonesa Sourcenext.

+Lichtlijn (linha da luz) – Sinais horizontais de trânsito

Este sistema de semáforos foi instalado no chão da cidade de Bodegraven, na Holanda, na intenção de atrair a atenção dos pedestres que usam o smartphone enquanto atravessam as ruas. Estes sinais luminosos foram colocados perto de três escolas dessa cidade holandesa, para tentar contornar um problema que é muito recorrente entre os jovens. O sistema possui luzes para alertar quem anda com a cabeça baixa olhando para o celular, a iluminação muda de acordo com os tráfego. A ideia foi criada pela empresa local, a HIG Traffic Systems.

Bibliografia e Referências

http://blogs.correiobraziliense.com.br/nqv/cidade-alema-instala-sinais-luminosos-no-chao-para-pedestres-que-nao-desgrudam-do-celular/
https://www.jn.pt/mundo/interior/holanda-instala-semaforos-no-chao-para-peoes-que-olham-para-o-telemovel-5672703.html
https://www.bbc.com/portuguese/internacional-39158280
http://www.bebopsensors.com
http://time.com/collection/best-inventions-2018/5454437/bebop-sensors-forte-wireless-gloves/
https://www.printedelectronicsnow.com/contents/view_online-exclusives/2018-12-12/bebop-sensors-forte-wireless-data-gloves-add-haptics-and-more-to-vr/46372
https://www.sensorsmag.com/components/wireless-sensor-glove-one-2018-s-best-inventions
https://www.pocketalk.net/
https://www.techtudo.com.br/listas/2018/09/minicelular-e-tradutor-instantaneo-sao-produtos-mais-curiosos-da-ifa2018.ghtml
https://www.menosfios.com/pocketalk-e-uma-solucao-para-viajantes-assiduos/
http://comofazergeek.blogspot.com/2019/03/pocketalk-o-tradutor-de-voz-na-sua-mao.html
https://www.bioliteenergy.com/
https://www.hypeness.com.br/2013/12/o-fogareiro-portatil-que-permite-carregar-seu-celular-enquanto-cozinha/
https://www.tudocelular.com/acessorios/noticias/n71232/flamestower-charger-bateria-fogo.html

Sensor de ré/estacionamento

Trabalho 3

Atualmente os carros já saem da fábrica com os sensores de estacionamento instalados. A maior parte dos veículos apresentam um display e um sinal sonoro para indicar a proximidade com outros objetos. Os automóveis mais novos, vem com uma câmera de ré que funciona juntamente com estes sensores, transmitindo imagens e indicando a distância entre o veículo e o objeto no caminho.

https://motoimg.com/images/ford-fusion-north-american-2012-89.jpg

O sensor de estacionamento é um dispositivo de segurança que normalmente é instalado na parte traseira do automóvel, mas também, é comum veículos com sensores nas laterais e na dianteira. Estes sensores são classificados em dois tipos diferentes: os eletromagnéticos e os sensores ultrassom.

https://dexpsent.home.blog/wp-content/uploads/2019/05/92b98-nissan_novo_versa_acess____rios__7_.jpg

O sensor eletromagnético funciona através de sinais eletromagnéticos lançados aos objetos, assim, que informam a distância de acordo com o tempo que o leva para ir até o objeto e voltar. Estes sensores devem ser instalados em carros que não possuem parachoque de metal, já que o metal atrapalha o sinal.

O sensor ultrassom funciona com a mesma ideia que o eletromagnético. Estes sensores emitem uma frequência sonora que reflete no objeto e volta, assim, a proximidade é calculada através do tempo que o sinal leva para ir até o objeto e voltar ao sensor.

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Os carros com display também emite sinal sonoro, que muda de intensidade de acordo com a proximidade entre o veículo e o objeto. O sensor não emite sinal caso o objeto esteja muito distante ou em uma posição onde a frequência sonora não consiga refletir, isso acontece normalmente quando o objeto no caminho é muito pequeno.

Como Funciona – Sensor de Estacionamento

Bibliografia e referências

https://www.carrodegaragem.com/como-funciona-sensor-estacionamento/

https://www.oficinadanet.com.br/tecnologia/22594-como-funciona-o-sensor-de-estacionamento

The world is not a desktop

Trabalho 2

Uma boa ferramenta deve ser “invisível”?

Nem sempre!

Um óculos, uma bengala dobrável para cegos, como citados no texto, são ferramentas que se tornam uma extensão do corpo humano, se tornando “invisíveis”. Mas uma boa ferramenta, não precisa ser necessariamente assim. Como mostra a ideia central do texto, o computador deve se tornar uma ferramenta menos perceptível o possível. Porém, um animador, por exemplo, usa uma caneta digital e um monitor/tablet de desenho para criar seus desenhos; um DJ utiliza um pad eletronico e um computador para criar e mixar suas composições.

Existem vários outros exemplos que podem ser usados para justificar que um computador não precisa ser invisível, pelo menos com o nível de nossa tecnologia atual. É possível que um designer possa desenvolver alguma solução para esta ideia a qualquer momento.

Em contraponto, os computadores estão cada vez mais inseridos de forma sutil em nossas vidas, seja na geladeira da sua casa, no microondas, no seu smartphone, na sua TV. Um exemplo de tecnologia que mostra o quanto um computador pode se tornar invisível é  Google glass.


Link da Imagem

Os Google Glass… estão de volta

Design e os 5 sentidos

Trabalho 1

Quando pensamos na relação entre design e os cinco sentidos, automaticamente imaginamos a visão sendo o sentido mais explorado, e normalmente é, já que parte dos projetos de designers são de caráter visual. Apesar disso, todos os sentidos são constantemente estimulados durante nosso dia a dia, e certamente, existem designers por trás dessas interações sensoriais e às vezes sinestésicas.

Visão

Um cartaz colorido bem chamativo, uma estrutura com uma iluminação bem posicionada, um poster de filme com elementos dispostos de forma estratégica. Estes recursos são utilizados para causar impacto visual, frequentemente usados para capturar e atrair a atenção das pessoas.

Recentemente temos atingindo outro nível de interação visual. Através da realidade aumentada e realidade virtual podemos visitar lugares distantes sem sair de casa, ter uma nova experiência de jogabilidade, enfim, uma nova forma de interação visual/virtual.

Olfato

Quem nunca sentiu um aroma que remetesse a alguma memória, pessoa ou uma determinada situação? O olfato é um sentido fortemente ligado a memória sensorial, além de ser relacionado ao prazer, como por exemplo, sentir cheiro de café pela manhã.

Algumas marcas, como perfumarias, já apelam para o uso de aromas característicos fazendo com que seus clientes possam reconhecer a marca apenas pelo cheiro. Às vezes é possível reconhecer que tem um Subway por perto, apenas pelo cheiro característico emana do restaurante.

Os cinemas 4D, 5D, 6D desenvolveram uma forma de mexer com os sentidos, utilizando inclusive aromas, criando assim, uma atmosfera onde o espectador possa ter uma experiência de imersão total.

Audição

Este sentido tem capacidade de influência direta no humor. Ouvir um som estridente ou  repetitivo pode irritar, ao mesmo tempo que ouvir o canto de um pássaro ou a risada de um bebê pode trazer uma sensação muito agradável. Muitas pessoas utilizam de música para relaxar ou criar um ambiente tranquilo, com um pouco de música instrumental, celta, indiana etc.

Um grupo da Royal College of Art, de Londres, está desenvolvendo um aparelho chamado Eidos, que promete melhorar a visão e a audição. Em relação a audição, o produto visa eliminar sons e ruídos que possam atrapalhar o foco. O aparelho funciona com um microfone que repassa o áudio a três alto-falantes, dois que vão nos ouvidos e um na boca.

Paladar

O paladar funciona em conjunto com outros sentidos, Sentir o cheiro de café pode aumentar a vontade de tomar uma xícara; Ver uma torta confeitada te faz querer sair a dieta; Tomar um suco gelado em um dia quente para saciar a sede; E até mesmo o som de morder chocolate afeta a experiência de degustação.

O Bob’s trocou canudos de plástico por de canudos de biscoito para milk shakes. A ideia de tomar milk shake e comer o canudo é interessante, porém não é funcional, já que o canudo começa a se desfazer e você acaba comendo-o antes de acabar a bebida.

Tato

O toque macio da seda, uma pelúcia felpuda, uma esfoliação suavemente áspera, uma massagem com óleos. O tato é um sentido que pode ser vastamente estimulado, sendo talvez, o segundo sentido mais explorado. Este sentido se torna também um suporte a deficientes visuais, sendo usado para a escrita e leitura, para sinalizações etc.

Alguns botões de celulares, elevadores e até mesmo o teclado do computador possui sinalização tátil, para facilitar a distinção de botões e ajudar na digitação.

TED Jinsop Lee – Design for all 5 senses

Bibliografia/Links das imagens

Aparelho promete melhorar sua visão e audição em tempo real

https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/08/bobs-lanca-canudo-comestivel.html

Programação do cinema Arcoplex atualizada

https://pixabay.com/pt/